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A panela do fondue ® Teresa Serrano 

Ora aqui está um utensílio/equipamento/objeto de cozinha/sala-de-jantar que apesar de toda a gente ter em casa se devem contar pelos dedos de uma mão as vezes que foi utilizado - ou seja, tão ou mais inútil do que o chapéu feito em crochet para pôr o papel higiénico que a avó punha religiosamente em cima do autoclismo. 

O fondue faz parte de uma geração AI (Antes-do-Ikea) e Pós-Filipa-Vacondeus em que o jantar com os amigos era feito na sala de jantar MAS só em dias de festa - até porque o tampo da mesa é de vidro e pode estalar com o calor da lamparina.
A inovadora panela é guardada no aparador da sala, junto ao faqueiro de prata que ainda está na caixa desde a compra e que só vê a luz do dia no Natal e a cloche - que foi prenda de casamento da tia da França.
Os jantares demoravam sempre para cima de 3 horas e meia à mesa - 30 minutos só para atinar com a temperatura ideal da lamparina e o óleo sem meio de borbulhar, discussão garantida entre casais que já estão meio tremidos porque ele lhe decidi roubar o bocado de carne que ela estava a fritar à 5 minutos e na generalidade ficam todos com uma bela barrigada de fome. Melhor, melhor, só mesmo se a sobremesa fosse fondue de chocolate.


Moral da estória:
E que tal experimentar antes umas batatas noisettes do Pingo Doce no forno que demora menos e soa a estrangeiro na mesma?

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por TERESA SERRANO - este é um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".

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