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Tejo dos marinheiros dos cacilheiros e das taínhas.

da saga #LisbonILoveYou

®Teresa Serrano

 

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Eu bem disse que voltava e aqui estou de novo! 
Há umas semanas atrás parei um pouco para pensar no blog e reformular algumas lacunas nesta gerência, muitas vezes negligente com este pequeno rebento que precisa ser alimentado (nem que seja regá-lo uma vez por semana porque senão nem um cato se aguenta).
Ora, passados dois anos (sim, o Crónicas está de parabéns!) já era tempo de mudar o outfit e tirar o cartão do cidadão. E assim foi.

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Uma imagem gráfica completamente desenhada para o blog (com direito a alfabeto próprio e tudo) e o nome também encurtou/descomplicou - CRÓNICAS 2.0, que tal?

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Tem também domínio próprio cronicasdoispontozero.pt, tudo para simplificar a vida de quem nos procura e com tantas webs a menos e a mais se perdiam um bocado.

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Agora quero as vossas opiniões.

Vá, toca a comentar!

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Como em todas as relações é preciso esforço e dedicação para serem mantidas.
É preciso dar amor e carinho e neste momento é o que está a faltar ao Crónicas, por isso, vamos fazer uma pausa para "terapia de casal".
Aguardem, porque vai valer a pena.

 

Até breve!

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Estou a fazer este texto agora. Apenas está a levar o tempo de ser escrito e pressionar o botão "Publicar".
Nada disto foi estudado, anotado, rasurado... está em bruto, como todos os pensamentos flashantes que visitam o meu cérebro a cada segundo.
Por vezes penso, porque escrevo este blog?
Para quê estar a perder tempo a escrever seja aquilo que for quando na verdade todos temos uma opinião diferente e atrás do nosso teclado e tão fácil e confortável poder escrever comentários ultrajantes quando a opinião não coincide com a nossa?
Para quê perder tempo a pensar no que escrever e fazê-lo de forma civilizada e coerente quando na verdade, para um comentador de bancada bastam 20 segundos para me chamar mentecapta?
Para quê pensar em conteúdos atuais quando na verdade o que interessa mesmo é o erro ortográfico (que não fica bem, é verdade!) mas que pode ser corrigido/editado no minuto seguinte?
Para quê passar testemunhos reais para que se entenda o que se passa no nosso País/cidade/rua como fiz neste post, quando na realidade em 30 segundos se lê um texto na diagonal sem se perceber sequer a conclusão e o comentário é: Se estás mal, muda-te!?
Para quê escrever crónicas para nos rirmos de nós próprios, aliás foi o mote deste blog - quando na verdade os portugueses não têm sentido de humor? 
Agora pergunto: Mas porquê? E o porquê que não seja entendido como porque é que comentam. O porquê é antes porquê essa agressividade atrás do teclado?
As opiniões são para ser dadas (contra, a favor, tanto faz!) mas porquê deixar de se ter modos só porque não estamos cara-a-cara? Que raiva é essa que só é incontrolável entre a ponta dos dedos e as teclas mas que quando é para ser manifestada publicamente, seja em eleições ou outros atos públicos deixa de existir para dar lugar à inércia?
Hoje o texto é este. Hoje é o possível. No entanto, não gosto de desistir e muito menos que me obriguem a desistir. Por isso amanhã continuarei a escrever e depois de amanhã e depois.
A quem me lê, concorde ou não com o que escrevo, apenas desejo que sejam felizes. Porque a felicidade traz paz interior e controla as pontas dos dedos de espalhar raiva cibernética.
T**

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Verde Outono

16.09.16

Ele anda à espreita por estes dias. Já se sente na pele um pouco deste fresco Outono.

Vamos aproveitar para descansar e aproveitar o conforto do lar. Ficam as referências que nos remetem para a estação que aparece branda. Como gosto destes dias.

Bom fim de semana!

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moodboard feito com imagens via Pinterest

 

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Gosto muito quando sou surpreendida pela positiva enquanto estou a remexer em caixotes de tralhas que à primeira vista só dão vontade de pegar e pôr no lixo sem olhar sequer para o que têm lá dentro, sem misericórdia. Um conselho: nunca façam isso. Olhem sempre uma segunda vez. 
Desta vez encontrei uma quantidade ainda consideráveis de desenhos/pinturas que o João fez da coleção de telefonias e rádios antigos do pai. Quando lhe perguntei o que era aquilo, disse-me um o ar mais natural do mundo: "ah, isso não é nada!" "Foram uns desenhos que expus mas podes deitar fora." (What?!). Só pode estar a gozar com a minha cara, como é óbvio! Eu que tenho um arrecadação inteira em casa dos meus pais com trabalhos da faculdade que nunca deviam ter visto a luz do dia mas que continuam guardados, ia agora mesmo deitar fora este trabalho do João!

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São mais de vinte desenhos em formato A3 sobre cartão pintados a acrílico e marcador com os quais consegui fazer duas composições bem interessantes, uma com doze desenhos e outra com nove.

A de doze vai ser emoldurada e posta no nosso escritório (vai haver post sobre isso daqui a uns tempos), mas a de nove está disponível. Caso gostem não hesitem em mandar mensagem porque pode ser vossa!
Boa semana!
T**

 

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Quase ninguém tem como cor preferida o roxo. É tão impopular (ou ainda mais) que o conhecido amarelo. Uma está associada à morte e a outra à doença. Mas na verdade, nos exemplos que irei dar em baixo, até que o roxo tem bastante vida e alegria. Basta fazer as conjugações certas. Ora vejam:

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via Living at Home 

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via olaalhaeezuvim.blogspot.pt

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via Apartment Therapy

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via Bohemian and Chic

 

Screen Shot 2016-09-07 at 17.17.18.png

via The Room Edit

 

Gostam?
T**

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Sempre que vou na estrada e há um acidente, sou a primeira a não querer ver o que se passa. Ao contrário da maioria dos automobilistas que param para ver. Tenho a certeza que na grande maioria dos casos apenas por curiosidade mórbida, porque na realidade se tivessem de sair dos seus veículos para irem ajudar, seriam os primeiros a ficar quietinhos e pálidos.

No meu caso, sempre tive pavor destas situações e visto que não consigo ajudar ninguém porque entro em pânico, prefiro não interferir e seguir o meu caminho. Tudo isto com um nó no estômago que fica durante horas.
Desde que o Dinis nasceu, o meu pavor por situações de perigo aumentou ainda mais e passou a ser um pesadelo constante na minha cabeça: "se lhe acontece alguma coisa eu não vou conseguir reagir" " e se ele se engasga?". Só questões que me azucrinavam o juízo o tempo todo.
Por isso mesmo pensei que tinha de fazer alguma coisa, por mim e por ele. E foi assim que decidi tirar o curso de primeiros socorros pediátricos.
Posso garantir me fez muito bem, apesar de (felizmente!) ainda não ter posto nada em prática. 
Não só me acalmou em relação ao meu filho e como irei lidar numa situação que emergência como ainda me fez um clique de cidadania.
É óbvio que depois deste curso, se eu assistir a uma situação de emergência, irei agir (quase) de certeza. É um dever que tenho enquanto cidadã (e socorrista). O suporte básico de vida é uma técnica que pode salvar vidas (como o nome indica) e todos nós deveríamos saber fazê-lo.
Este é apenas o meu testemunho, mas caso queiram fazer um destes cursos, aconselho a Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa (onde fiz).

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!!!2 Anos!!!

06.09.16

Dois anos passaram desde que nos casámos.
!!!Parabéns a nós!!!!!
Faço festa a isso porque continuo muito feliz. Foi uma das decisões mais importantes e ponderadas da minha vida. E para celebrar, tal como fizemos o ano passado, voltámos ao mesmo sítio de uma das fotos do nosso álbum de casamento e repetimos tudo outra vez. Desta vez com o nosso apêndice que o ano passado já cá estava mas camuflado (mais ou menos camuflado porque a barriga já estava bem grande!).
Este ano o fotógrafo oficial do evento é o Frederico Mendes, que para além de meu cunhado (sempre em família!) é também um exímio profissional. Ainda irão voltar a ouvir falar dele daqui a uns tempos por estas bandas, com direito a post com foto-reportagem e tudo. É que o Frederico faz as próprias câmaras com que fotografa.
Por agora fiquem com o resultado deste ano (aqui na versão digital) e para o ano voltamos a repetir!

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Uma das coisas que mais gosto é andar pela cidade e descobrir sítios novos.
Neste caso, "novo" foi apenas para mim que não conhecia a Estufa Fria. Sempre ouvi dizer que era um sítio muito bonito mas, na realidade, apesar de saber que era no parque Eduardo VII, não fazia ideia do local exato onde ficava. 

Para além de gostar de poder estar em contacto com a Natureza mesmo no centro da cidade, o que mais me agradou foi a diversidade de espécies de plantas que por ali param. Faz-nos sentir num ambiente completamente fora do nosso quotidiano. Houve alturas em me parecia estar a passear por um jardim japonês, outros numa selva tropical e até num deserto - quando cheguei aos catos.
Apeteceu-me fotografar tudo mas mais ainda, apeteceu-me desenhar (não o fiz mas talvez numa próxima visita o faça). É um lugar verdadeiramente inspirador.
Por agora deixo os registos deste passeio.

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CW_PICT03.jpgCW_PICT04.jpgCW_PICT02.jpg

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CW_ESTUFA_FRIA.jpg

Boa semana!
T**

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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