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® Mariana Rio

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Portugal precisa de assuntos. Sempre assim foi! Desde a Pepa e a sua mala Chanel até à mochila de refugiada da Joana Vasconcelos... Infezlimente o mês de Agosto é conhecido pelo assunto "incêndios" - e sim, esse um tema sério - mas não é desse fogo que hoje venho escrever. 
Hoje é o vídeo Tequila do Carlos Costa que me faz escrever. Um bem haja ao Carlos Co(ue)sta que fez das redes sociais as suas BFF's e um pouco mais divertidas de feed.
Ao que a grande maioria chama "bizarro" eu chamo "inteligente". Já o faz, em território nacional, a Ana Malhoa. Porque não o pode fazer o Carlos Costa?
São falados por serem diferentes, mas é na realidade a sensualidade que ambos transparecem que os faz elevar a "ícones-seja-lá-do-que-for-mas-que-lhes-dá-muito-jeito". A Ana Malhoa pelas roupas de látex e afins.O Carlos Costa pela sua orientação bi/homo/trans que todos tentam adivinhar mas que ninguém entende (a não ser o próprio do Cuesta, que na verdade é mesmo ao próprio que isso interessa e a mais ninguém). O que é certo é que os vídeos se tornam virais em horas e com isso ganham a popularidade necessária para prosseguir carreira. Para além disso, devo confessar que acho a linguagem gráfica utilizada bem engraçada. Não que seja algo novo -  Major Lazer e Lady Gaga têm vídeos muito parecidos - mas demonstra que se preocupam com a mensagem que querem passar (non-sense, controversa e divertida).
Portanto, well done Carlitos! E divirtam-se um bocadinho.
T**

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Este último mês tem sido muito intenso. Muitas decisões foram e estão a ser tomadas. Umas impostas e outras porque é agora que fazem sentido.
Duas novas vidas começaram e uma outra pensou que iria deixar de existir...
É o mês em que vou ficar sem o meu trabalho das 9 às 5. O mês em que a agência decidiu que o departamento criativo já não era necessário (ou renovável).
O mês em que todos os trabalhos são urgentes de acabar. O "asap" é o "cumprimentos" no final de cada email.
Quando na realidade, a urgência é que estes trabalhos saiam rapidamente destes discos rígidos para não terem de se enfrentar mais estas pessoas que trabalham com estes computadores.
É o mês em que de criativo se passa a gestor. Porque cada valor é negociado como se de uma feira se tratasse e cada tostão conta (e como detesto esta feira...). 
É urgente que se acabe estas negociações rápido para não sermos mais um custo nesta gestão de euros (ou falta deles).
Tudo é urgente, tudo urge.
No meio desta inflação de sentimentos revestidos de números, houveram dois nascimentos de duas lindas sobrinhas. Isso sim é urgente. A Vida. É com estas duas pequenas vidas que faz sentido rir ou chorar se as coisas não correm tão bem.
Este também foi o mês em que o meu primo decidiu não saltar mais de pára-quedas, apesar dos milhares de saltos que já fez. Porque a avioneta onde voava caíu e ele foi um dos sobreviventes. Isso sim é uma decisão de Vida. De urgência de viver. 
Com estes acontecimentos todos, os "asps" dos emails que mais parecem alertas vermelhos de prioridades máximas de catástrofes naturais anunciadas, passaram a ser apenas ridículos. Porque urgente mesmo urgente...só mesmo a Vida.

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Este fim de semana soube a férias! 
Como estávamos com os santos populares à porta (literalmente) decidimos rumar ao nosso retiro - Penha Garcia. E foi maravilhoso. 

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 Estava aquele calor típico do interior do país (impossível sair de casa do 12h00 às 16h00), ideal para o Dinis se estrear nas águas do Pêgo.

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 Ele não achou assim tanta piada, até porque a água estava gelada, mas foi um dia bem passado em família.

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A minha família é linda!
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E para além disso, mais uma vez, foi a marcha de Alfama que ganhou. 
Alfama (também) é linda!
T**

 



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Este fim de semana fomos apanhar sol a sul. Algarve? Não! Trafaria.

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Pode parecer estranho mas dos meus 33 anos de vida e da fase da adolescência em que as idas às praias da Costa eram feitas de transportes públicos, nunca tinha passado por esta (bela) localidade.

Senti um misto de emoções ao andar por lá. A Trafaria tem um cais (com ligação a Belém), tem uma praia, uma lota, uma piscina, um terminal, cabanas de pescadores e casas senhoriais abandonadas.

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Parece um cenário de filme mais ou menos abandonado (o que lhe dá uma certa patine). 

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Não fosse o movimento da frota de autocarros e diria que por ali não circulam carros ( o que não é de todo mau). A contrastar com isso, existem barcos estacionados no asfalto, principal veículo de transporte/trabalho dos locais. 

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O terminal com grandes navios atracados contrasta com as inocentes esplanadas viradas para o rio Tejo com Lisboa e a ponte como cenário de fundo. Tudo aqui parece um pouco parado no tempo. As casas à beira-rio assim o demonstram. Grande parte delas estão fechadas há décadas sem sombras de dúvidas.

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Resta saber qual o futuro que se adivinha para a Trafaria. Por agora espero que gostem dos registos fotográficos.
Boa semana!

T**

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Crias

01.06.16

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 O efeito olhos-do-tamanho-de-azeitonas;
A gargalhada genuína;
A cabeça pesada a dormir no peito;
A mão inteira que nos agarra o dedo indicador;
O pé que dá vontade de roubar para servir de porta-chaves;
O cheiro mais doce de todos os cheiros na nuca.
O maior ato de amor.
Crias, hoje é o vosso dia.
E ainda bem. O mundo hoje está melhor(zinho).

 

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Este fim de semana foi dedicado à casa. É impressionante a quantidade de tralha que se vai acumulando porque "vai-dar-jeito-para-alguma-coisa", mas no final é apenas acumular em vez de reciclar, que era o objetivo inicial.
Assim sendo, houve um escrutínio muito rigoroso do que ficava ou ia embora para sempre e depois de detetar os principais problemas existentes no lar, vieram as soluções. 

Principal objetivo: Tornar esta casa um lar económico, verde e arrumado.

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Primeira medida tomada 

Ver tudo o que andava a ser acumulado há muito tempo (garrafas de vidro/jarras, cartão/tela para eventual ilustração) e pôr na reciclagem. Não foi reutilizado - como pretendia - mas foi reciclado!
Segunda medida
Passar a fazer mais refeições caseiras e verdes. Este é um ponto que já vem do passado. Tanto eu como o João sentimos necessidade de comer de forma mais saudável e pensávamos que quando o Dinis nascesse ia ser diferente, mas não. Como temos menos tempo, comêmos muito mais comida processada que se faz no forno em 15 minutos sem ser precisar pensar em nada. Assim a ideia é planear a semana, fazer compras com lista (vai ser mais económico de certeza) e depois cozinhar e conservar tudo by-the-book (que também não é o nosso forte). No meio disto tudo, só se safa a sopa do nosso filho!


Terceira medida
Há já algum tempo que gostava de ter um jardim/horta mas com o Zézinho e Chiquinho sempre de nariz metido na cozinha são raras as vezes que algum verde se mantenha mais do que dois dias cá em casa (aliás o Chico adora cebolinho, por sinal). Assim, sempre que comprava ervas aromáticas, tinha de as colocar numa prateleira um pouco mais alta e rezar para que não lhes apetecesse uma "saladinha". Portanto, uma das medidas que foi tomada este fim de semana foi comprar uma estufa. Não só fica linda como centro de mesa como também faz muito bem a sua função, como podem verificar na foto.

Se estão na mesma onda verde, podem sempre passar esta semana no IKEA porque tem ofertas especiais relacionadas com o tema da sustentabilidade. Aproveitem.
Green Power!

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Imagem retirada do artigo do Público sobre o tema.


A sério que me andei a conter durante semanas para não escrever nenhum post sobre esta polémica dos cortes de financiamento aos colégios privados, mas hoje tem mesmo de ser. 

Depois da manifestação deste domingo, também eu, cidadã portuguesa que pago os meus impostos, tenho o direito de demonstrar o meu desagrado quanto ao desfile de caras-de-pau que aquilo foi.
Ora para que fique bem claro, eu estudei num colégio privado durante cinco anos e gostei muito de lá andar. Se tiver possibilidade, o meu filho irá estudar no mesmo colégio. Tenho um "se" no início da frase como podem ver. Porque se não conseguir pagar a mensalidade, irá para o público e sem problema nenhum!
Durante os cinco anos que estudei num colégio privado, os meus pais (de classe média) decidiram abdicar de férias ou até comprar um carro novo (tiveram o mesmo durante vinte anos) para - como eles dizem - pagarem a propina antecipada da faculdade. Fico-lhes muito grata por isso. Eles pagaram escudo a escudo o total de todas as mensalidades durante estes cinco anos. Por isso, tenho o direito de achar esta manifestação, no mínimo, ridícula.
Tão ridícula como se agora a comunidade travesti decidisse fazer uma manifestação de desagrado por não lhes financiarem as lantejoulas necessárias para os seus magníficos vestidos. Mais ridícula do que a marcha da marijuana, em que os carochos apenas pedem a despenalização de drogas leves (sem com isso pedirem para que lhes financiem os estupefacientes!). Acham estas comparações despropositadas? Talvez não... Enfim, portugalidades.

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Uma das coisas que mais prazer me dá é ver Portugal a mexer. Pessoas que não baixam os braços perante a crise instalada na economia portuguesa e tentam ir mais além. Ora se já o fizemos nos Descobrimentos, porque não fazê-lo agora navegando pelo gigantesco mundo da internet? É o que faz a marca Mister DOE. 
A Mister DOE é uma marca de mobiliário de luxo de São João da Madeira, exclusivamente vendida online e que pretende chegar ao mercado global (aplausos a isso!). E nada melhor do que a sua primeira coleção de mobiliário para mostrar a qualidade e originalidade das peças executadas sobre um belo conceito - a coleção Dinastia.
Esta coleção conta a história da monarquia portuguesa da melhor forma que o poderia fazer - através da arte de moldar conceitos em peças. É claro que a minha peça preferida é a D. Dinis (vá-se lá perceber porquê!), mas para além desta há muitas outras de se lhe tirar o chapéu, como o canapé D. Maria I (peça premiada), o banco D. Sebastião ou o candeeiro D. Amélia I.
Ficam as Imagens das peças para se deliciarem, mas vale a pena dar uma vista de olhos no site.

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Peça D. Dinis  

d-maria-arm-chair (1).jpgPeça D. Maria I

stool-d-sebastiao.jpgPeça D. Sebastião

Bravo Mister Doe! Se o objetivo era tocar na alma das pessoas, na minha tocou!

T**

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Foi em Maio do ano passado que o meu amigo se foi embora e que o pequeno Chico entrou nas nossas vidas. 
Foi muito duro e ainda agora a primavera não chegou da mesma forma que costumava chegar ao meu estado de espírito. Há este espinho que me fez ficar zangada durante três dias e sem vontade de falar ou estar com ninguém. Acho que a isto se deve chamar luto. Mas depois, quando chego a casa tenho o Chico - cada vez mais parecido com ele - que me faz esquecer por um bocadinho. Parece que ele está ali de novo. Até os feitios são parecidos.
São lindos os meus gatinhos. O de ontem e o de hoje. Para sempre.

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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