Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Estou a fazer este texto agora. Apenas está a levar o tempo de ser escrito e pressionar o botão "Publicar".
Nada disto foi estudado, anotado, rasurado... está em bruto, como todos os pensamentos flashantes que visitam o meu cérebro a cada segundo.
Por vezes penso, porque escrevo este blog?
Para quê estar a perder tempo a escrever seja aquilo que for quando na verdade todos temos uma opinião diferente e atrás do nosso teclado e tão fácil e confortável poder escrever comentários ultrajantes quando a opinião não coincide com a nossa?
Para quê perder tempo a pensar no que escrever e fazê-lo de forma civilizada e coerente quando na verdade, para um comentador de bancada bastam 20 segundos para me chamar mentecapta?
Para quê pensar em conteúdos atuais quando na verdade o que interessa mesmo é o erro ortográfico (que não fica bem, é verdade!) mas que pode ser corrigido/editado no minuto seguinte?
Para quê passar testemunhos reais para que se entenda o que se passa no nosso País/cidade/rua como fiz neste post, quando na realidade em 30 segundos se lê um texto na diagonal sem se perceber sequer a conclusão e o comentário é: Se estás mal, muda-te!?
Para quê escrever crónicas para nos rirmos de nós próprios, aliás foi o mote deste blog - quando na verdade os portugueses não têm sentido de humor? 
Agora pergunto: Mas porquê? E o porquê que não seja entendido como porque é que comentam. O porquê é antes porquê essa agressividade atrás do teclado?
As opiniões são para ser dadas (contra, a favor, tanto faz!) mas porquê deixar de se ter modos só porque não estamos cara-a-cara? Que raiva é essa que só é incontrolável entre a ponta dos dedos e as teclas mas que quando é para ser manifestada publicamente, seja em eleições ou outros atos públicos deixa de existir para dar lugar à inércia?
Hoje o texto é este. Hoje é o possível. No entanto, não gosto de desistir e muito menos que me obriguem a desistir. Por isso amanhã continuarei a escrever e depois de amanhã e depois.
A quem me lê, concorde ou não com o que escrevo, apenas desejo que sejam felizes. Porque a felicidade traz paz interior e controla as pontas dos dedos de espalhar raiva cibernética.
T**

Autoria e outros dados (tags, etc)

Verde Outono

16.09.16

Ele anda à espreita por estes dias. Já se sente na pele um pouco deste fresco Outono.

Vamos aproveitar para descansar e aproveitar o conforto do lar. Ficam as referências que nos remetem para a estação que aparece branda. Como gosto destes dias.

Bom fim de semana!

Verde_outono (2).jpg

moodboard feito com imagens via Pinterest

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Gosto muito quando sou surpreendida pela positiva enquanto estou a remexer em caixotes de tralhas que à primeira vista só dão vontade de pegar e pôr no lixo sem olhar sequer para o que têm lá dentro, sem misericórdia. Um conselho: nunca façam isso. Olhem sempre uma segunda vez. 
Desta vez encontrei uma quantidade ainda consideráveis de desenhos/pinturas que o João fez da coleção de telefonias e rádios antigos do pai. Quando lhe perguntei o que era aquilo, disse-me um o ar mais natural do mundo: "ah, isso não é nada!" "Foram uns desenhos que expus mas podes deitar fora." (What?!). Só pode estar a gozar com a minha cara, como é óbvio! Eu que tenho um arrecadação inteira em casa dos meus pais com trabalhos da faculdade que nunca deviam ter visto a luz do dia mas que continuam guardados, ia agora mesmo deitar fora este trabalho do João!

CONJUNTO.jpg

São mais de vinte desenhos em formato A3 sobre cartão pintados a acrílico e marcador com os quais consegui fazer duas composições bem interessantes, uma com doze desenhos e outra com nove.

A de doze vai ser emoldurada e posta no nosso escritório (vai haver post sobre isso daqui a uns tempos), mas a de nove está disponível. Caso gostem não hesitem em mandar mensagem porque pode ser vossa!
Boa semana!
T**

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Quase ninguém tem como cor preferida o roxo. É tão impopular (ou ainda mais) que o conhecido amarelo. Uma está associada à morte e a outra à doença. Mas na verdade, nos exemplos que irei dar em baixo, até que o roxo tem bastante vida e alegria. Basta fazer as conjugações certas. Ora vejam:

8164c43662455e29965b3396045ce956.jpg

via Living at Home 

8.jpg

via olaalhaeezuvim.blogspot.pt

5df0980ae3d0e4da36de6a5055363a73963f9ac7.jpg

via Apartment Therapy

cd805854ab6c54a23f0618d087bd58b8.jpg

via Bohemian and Chic

 

Screen Shot 2016-09-07 at 17.17.18.png

via The Room Edit

 

Gostam?
T**

Autoria e outros dados (tags, etc)

KIT_FIRST_AIDS (1).jpg

Sempre que vou na estrada e há um acidente, sou a primeira a não querer ver o que se passa. Ao contrário da maioria dos automobilistas que param para ver. Tenho a certeza que na grande maioria dos casos apenas por curiosidade mórbida, porque na realidade se tivessem de sair dos seus veículos para irem ajudar, seriam os primeiros a ficar quietinhos e pálidos.

No meu caso, sempre tive pavor destas situações e visto que não consigo ajudar ninguém porque entro em pânico, prefiro não interferir e seguir o meu caminho. Tudo isto com um nó no estômago que fica durante horas.
Desde que o Dinis nasceu, o meu pavor por situações de perigo aumentou ainda mais e passou a ser um pesadelo constante na minha cabeça: "se lhe acontece alguma coisa eu não vou conseguir reagir" " e se ele se engasga?". Só questões que me azucrinavam o juízo o tempo todo.
Por isso mesmo pensei que tinha de fazer alguma coisa, por mim e por ele. E foi assim que decidi tirar o curso de primeiros socorros pediátricos.
Posso garantir me fez muito bem, apesar de (felizmente!) ainda não ter posto nada em prática. 
Não só me acalmou em relação ao meu filho e como irei lidar numa situação que emergência como ainda me fez um clique de cidadania.
É óbvio que depois deste curso, se eu assistir a uma situação de emergência, irei agir (quase) de certeza. É um dever que tenho enquanto cidadã (e socorrista). O suporte básico de vida é uma técnica que pode salvar vidas (como o nome indica) e todos nós deveríamos saber fazê-lo.
Este é apenas o meu testemunho, mas caso queiram fazer um destes cursos, aconselho a Escola de Socorrismo da Cruz Vermelha Portuguesa (onde fiz).

Autoria e outros dados (tags, etc)

!!!2 Anos!!!

06.09.16

Dois anos passaram desde que nos casámos.
!!!Parabéns a nós!!!!!
Faço festa a isso porque continuo muito feliz. Foi uma das decisões mais importantes e ponderadas da minha vida. E para celebrar, tal como fizemos o ano passado, voltámos ao mesmo sítio de uma das fotos do nosso álbum de casamento e repetimos tudo outra vez. Desta vez com o nosso apêndice que o ano passado já cá estava mas camuflado (mais ou menos camuflado porque a barriga já estava bem grande!).
Este ano o fotógrafo oficial do evento é o Frederico Mendes, que para além de meu cunhado (sempre em família!) é também um exímio profissional. Ainda irão voltar a ouvir falar dele daqui a uns tempos por estas bandas, com direito a post com foto-reportagem e tudo. É que o Frederico faz as próprias câmaras com que fotografa.
Por agora fiquem com o resultado deste ano (aqui na versão digital) e para o ano voltamos a repetir!

2 ano depois (2).jpg

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Uma das coisas que mais gosto é andar pela cidade e descobrir sítios novos.
Neste caso, "novo" foi apenas para mim que não conhecia a Estufa Fria. Sempre ouvi dizer que era um sítio muito bonito mas, na realidade, apesar de saber que era no parque Eduardo VII, não fazia ideia do local exato onde ficava. 

Para além de gostar de poder estar em contacto com a Natureza mesmo no centro da cidade, o que mais me agradou foi a diversidade de espécies de plantas que por ali param. Faz-nos sentir num ambiente completamente fora do nosso quotidiano. Houve alturas em me parecia estar a passear por um jardim japonês, outros numa selva tropical e até num deserto - quando cheguei aos catos.
Apeteceu-me fotografar tudo mas mais ainda, apeteceu-me desenhar (não o fiz mas talvez numa próxima visita o faça). É um lugar verdadeiramente inspirador.
Por agora deixo os registos deste passeio.

CW_PICT01.jpg

CW_PICT03.jpgCW_PICT04.jpgCW_PICT02.jpg

CW_PICT05.jpg

 

CW_PICT06 (1).jpg

CW_ESTUFA_FRIA.jpg

Boa semana!
T**

Autoria e outros dados (tags, etc)

Cá por casa ainda não é um tema - o regresso às aulas. Aliás, tanto não é que Setembro é o nosso mês de eleição para tirar férias.
No entanto, para quem tem de voltar já à dura realidade aqui ficam algumas dicas para os mais pequenos voltarem cheios de energia às suas rotinas.
Fiz uma seleção em produtos Vertbaudet, que vão estar com descontos de 25% até 12 de Setembro, por isso, aproveitem!

Decoração:

Vestuário Rapaz:

Vestuário Menina:

Calçado:

Espero que tenham gostado! 

T** 


 

Autoria e outros dados (tags, etc)

CW_stop_airbnb.jpg

O tema começa a ser recorrente entre os moradores dos bairros históricos (e menos históricos) de Lisboa. "-Isto está a ficar impossível", "-Estou farto(a) de tuk-tuk's até à ponta dos cabelos","- Estive uma hora preso(a) no trânsito por causa das obras", entre muitas outras linhas de diálogos que se ouvem entre vizinhos ou em conversa de café.


E realmente está mesmo impossível...

 

Vim morar para Alfama em 2012 e o meu grande problema nessa altura era o mês dos Santos Populares. Santa preocupação essa, comparada com as minhas preocupações hoje em dia. Para somar aos então trinta dias das festas da cidade tenho, neste momento, de me preocupar com:


• Se consigo sair da minha rua, porque está sempre trancada com tuk-tuk's, táxis e autocarros de turísmo. Com muita sorte que possa ter é apenas uma fila, outras vezes tenho menos sorte e há ainda uma segunda ou terceira fila. E ai de mim que me dê para buzinar! Aí, tenho os guias turísticos todos a mandar-me faíscas com o olhar porque lhes estou a espantar a clientela e que bela imagem estou eu a passar dos lisboetas! Isto se não levar com dois ou três palavrões do taxista para me acalmar.

• Se consigo não atropelar ninguém, quer esteja a pé ou de carro. 


• Se consigo chegar a casa pelo trajeto "normal", porque nunca se sabe quando vai haver uma corrida (noturna, diurna, a galope) que fecha todos os acessos à minha rua.

• Se consigo estacionar ao pé de casa, porque entretanto podem haver filmagens de anúncios, filmes, séries, telenovelas no dia seguinte e todos os lugares de estacionamento ficam reservados para o staff. 

 

• Se consigo dormir, porque o apartamento de cima está em regime de airbnb e nunca se sabe se será apenas um casal de velhinhos alemães a alugar a casa ou a turma de finalistas do 12º ano de ingleses mortinhos por perderem a virgindade e vomitarem da varanda (tudo isto com banda sonora dos House of Pain - Jump around, que eles adoram acompanhar cantando e pulando ao mesmo tempo no soalho de madeira de mil-oitocentos-e-troca-o-passo mesmo por cima da minha cabeça).

As preocupações são estas, por enquanto. Ainda não chegou o dia em que o senhorio me comunica que tenho de abandonar o apartamento porque vai vender o prédio para ser construído um hotel, como já está a acontecer no prédio ao lado e no da frente. Posso ainda mencionar o barulho de batoneiras a trabalhar desde as oito da manhã que entram pela janela e se instala no ouvido o dia todo...

Resumindo, alguém vai ter de ceder. E cheira-me que, mais cedo ao mais tarde, serei eu...

 

Por agora, restam-me as palavras (sábias?) de um polícia que estava a cortar o trânsito na minha rua depois de eu me queixar que era sempre a mesma coisa: "- Quem lhe manda morar em Alfama?".

E é isto, meus senhores!

Autoria e outros dados (tags, etc)

c12fba7646759.560af1e305a6f.jpg

® Mariana Rio

Autoria e outros dados (tags, etc)


Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


Tradução/Translate


I Saw Jesus in a Toast

Blogs

Tumblr


Pesquisar

  Pesquisar no Blog