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Não costumo celebrar o dia da Mulher porque faço parte da percentagem que acha que a igualdade de género tem de ser feita todos os dias. Mas os tempos que correm, fazem-me pensar.

Quando olho para a foto em cima, vejo a minha bisavó de pé, avental posto e penso - "_Que grande caminho já foi percorrido até aos dias de hoje...".

Quando olho para os meus dias enquanto mulher penso, tirou-se o avental - é certo - mas ainda há pelo menos mais 170 anos para haver a completa igualdade entre os genéros. Sou apenas uma geração de transição neste longo caminho a percorrer.

Feliz dia, mulheres de ontem, do hoje e do amanhã.

 

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01.03.17

cronicas_marco.png®Teresa Serrano 

Como gosto de pensar que os dias soalheiros estão a chegar, mesmo que ao olhar para a janela não seja esse o cenário que vejo.

Espero-te Primavera.

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O universo está em constante mudança, disso já todos nós sabemos. Desde as minhas aulas de ciências naturais, há vinte anos atrás, há menos um planeta no sistema solar e a Antártida insiste em derreter. 

Sou do tempo em que o Michael Jackson e a Madre Teresa de Calcutá eram vivos. Assisti em direto na TV ao embate do segundo avião nas torres gémeas. Comprei pastilhas por 5 escudos e maços de tabaco por 3,50 euros. Assisti à morte da disquete e ao nascimento dos tablets e smartphones.
São estas as frases que terei de dizer ao meu filho daqui a alguns anos, quando ele me começar a fazer perguntas sobre o Mundo.
Por essa razão, desde sexta-feira passada tento elaborar um discurso (coerente) sobre a eleição de Donald (que não é o pato) para presidente de umas das maiores potências mundiais, mas está a ser uma tarefa muito difícil. 
Como irei explicar a uma criança a importância da queda do muro de Berlim quando o Donald (que não é o pato) vai erguer um novo muro? Como conseguirei eu explicar, cronologicamente, a existência de um Obama antes de Donald (que não é o pato), eleito pelo mesmo povo? Como conseguirei explicar que, apesar da sua imensa fortuna, o Donald (que não é o pato) decidiu utilizar uma espiga de milho como capachinho? Como irei explicar a um ser humano ainda em "construção" que a rudez e o sensacionalismo não são virtudes, mesmo que ainda assim, consiga alcançar objetivos como ganhar as eleições? Como explicarei ao meu filho homem que as mulheres não são objetos, apesar da bela jarra azul (completamente ornamental) que está ao lado do Donald (que não é o pato) na sua tomada de posse?

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Como irei explicar ao meu filho que há guerras a acontecer no mundo porque os vários Donalds (e nenhum deles o da Disney) gerem países da mesma forma que jogam à batalha naval nos seus smartphones enquanto estão sentados nas suas sanitas nos gloriosos quinze minutos matinais?

Que as armas são para este Donald (que não é o pato) um brinquedo que se pode vender em supermercados, mas que a verdadeira bruxa má é Meryl Streep por ter feito um discurso contra o Donald (que não é o pato).

Tudo isto me parece extremamente complexo de explicar a uma criança, quando na realidade parece um conto infantilóide em que há um Donald que fica sozinho em casa e pode fazer tudo o que lhe apetece sem a presença de adultos. Quem já viu este filme?

O problema é que iremos ter todos de assistir à saga inteira de Sozinho em Casa, e "rezar" para que o Donald (que não é o pato) não se lembre de provocar um curto circuito que deixe tudo em cinzas.

E quando o meu filho me perguntar como acaba este filme? Terei de lhe responder que infelizmente não sei mas que este Donald não é o pato vestido de marinheiro.

  

 

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Tejo dos marinheiros dos cacilheiros e das taínhas.

da saga #LisbonILoveYou

®Teresa Serrano

 

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Eu bem disse que voltava e aqui estou de novo! 
Há umas semanas atrás parei um pouco para pensar no blog e reformular algumas lacunas nesta gerência, muitas vezes negligente com este pequeno rebento que precisa ser alimentado (nem que seja regá-lo uma vez por semana porque senão nem um cato se aguenta).
Ora, passados dois anos (sim, o Crónicas está de parabéns!) já era tempo de mudar o outfit e tirar o cartão do cidadão. E assim foi.

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Uma imagem gráfica completamente desenhada para o blog (com direito a alfabeto próprio e tudo) e o nome também encurtou/descomplicou - CRÓNICAS 2.0, que tal?

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Tem também domínio próprio cronicasdoispontozero.pt, tudo para simplificar a vida de quem nos procura e com tantas webs a menos e a mais se perdiam um bocado.

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Agora quero as vossas opiniões.

Vá, toca a comentar!

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Como em todas as relações é preciso esforço e dedicação para serem mantidas.
É preciso dar amor e carinho e neste momento é o que está a faltar ao Crónicas, por isso, vamos fazer uma pausa para "terapia de casal".
Aguardem, porque vai valer a pena.

 

Até breve!

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Estou a fazer este texto agora. Apenas está a levar o tempo de ser escrito e pressionar o botão "Publicar".
Nada disto foi estudado, anotado, rasurado... está em bruto, como todos os pensamentos flashantes que visitam o meu cérebro a cada segundo.
Por vezes penso, porque escrevo este blog?
Para quê estar a perder tempo a escrever seja aquilo que for quando na verdade todos temos uma opinião diferente e atrás do nosso teclado e tão fácil e confortável poder escrever comentários ultrajantes quando a opinião não coincide com a nossa?
Para quê perder tempo a pensar no que escrever e fazê-lo de forma civilizada e coerente quando na verdade, para um comentador de bancada bastam 20 segundos para me chamar mentecapta?
Para quê pensar em conteúdos atuais quando na verdade o que interessa mesmo é o erro ortográfico (que não fica bem, é verdade!) mas que pode ser corrigido/editado no minuto seguinte?
Para quê passar testemunhos reais para que se entenda o que se passa no nosso País/cidade/rua como fiz neste post, quando na realidade em 30 segundos se lê um texto na diagonal sem se perceber sequer a conclusão e o comentário é: Se estás mal, muda-te!?
Para quê escrever crónicas para nos rirmos de nós próprios, aliás foi o mote deste blog - quando na verdade os portugueses não têm sentido de humor? 
Agora pergunto: Mas porquê? E o porquê que não seja entendido como porque é que comentam. O porquê é antes porquê essa agressividade atrás do teclado?
As opiniões são para ser dadas (contra, a favor, tanto faz!) mas porquê deixar de se ter modos só porque não estamos cara-a-cara? Que raiva é essa que só é incontrolável entre a ponta dos dedos e as teclas mas que quando é para ser manifestada publicamente, seja em eleições ou outros atos públicos deixa de existir para dar lugar à inércia?
Hoje o texto é este. Hoje é o possível. No entanto, não gosto de desistir e muito menos que me obriguem a desistir. Por isso amanhã continuarei a escrever e depois de amanhã e depois.
A quem me lê, concorde ou não com o que escrevo, apenas desejo que sejam felizes. Porque a felicidade traz paz interior e controla as pontas dos dedos de espalhar raiva cibernética.
T**

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Verde Outono

16.09.16

Ele anda à espreita por estes dias. Já se sente na pele um pouco deste fresco Outono.

Vamos aproveitar para descansar e aproveitar o conforto do lar. Ficam as referências que nos remetem para a estação que aparece branda. Como gosto destes dias.

Bom fim de semana!

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moodboard feito com imagens via Pinterest

 

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Gosto muito quando sou surpreendida pela positiva enquanto estou a remexer em caixotes de tralhas que à primeira vista só dão vontade de pegar e pôr no lixo sem olhar sequer para o que têm lá dentro, sem misericórdia. Um conselho: nunca façam isso. Olhem sempre uma segunda vez. 
Desta vez encontrei uma quantidade ainda consideráveis de desenhos/pinturas que o João fez da coleção de telefonias e rádios antigos do pai. Quando lhe perguntei o que era aquilo, disse-me um o ar mais natural do mundo: "ah, isso não é nada!" "Foram uns desenhos que expus mas podes deitar fora." (What?!). Só pode estar a gozar com a minha cara, como é óbvio! Eu que tenho um arrecadação inteira em casa dos meus pais com trabalhos da faculdade que nunca deviam ter visto a luz do dia mas que continuam guardados, ia agora mesmo deitar fora este trabalho do João!

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São mais de vinte desenhos em formato A3 sobre cartão pintados a acrílico e marcador com os quais consegui fazer duas composições bem interessantes, uma com doze desenhos e outra com nove.

A de doze vai ser emoldurada e posta no nosso escritório (vai haver post sobre isso daqui a uns tempos), mas a de nove está disponível. Caso gostem não hesitem em mandar mensagem porque pode ser vossa!
Boa semana!
T**

 

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Quase ninguém tem como cor preferida o roxo. É tão impopular (ou ainda mais) que o conhecido amarelo. Uma está associada à morte e a outra à doença. Mas na verdade, nos exemplos que irei dar em baixo, até que o roxo tem bastante vida e alegria. Basta fazer as conjugações certas. Ora vejam:

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via Living at Home 

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via olaalhaeezuvim.blogspot.pt

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via Apartment Therapy

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via Bohemian and Chic

 

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via The Room Edit

 

Gostam?
T**

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Um blog de experiências do dia-a-dia com um toque de sarcasmo e ilustrado por uma designer que " Quando-for-grande-quer-ser-ilustradora".


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I Saw Jesus in a Toast

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